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Pizzaiolos falam alguns segredos de uma boa pizza

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Olha é facilidade! Prepare uma boa massa, junte molho de tomate e muçarela. Leve ao forno e está pronta a maravilha. Parece fácil, mas não é bem assim. Quem conhece os segredos tem emprego garantido.

São quase 200 mil empregos ligados ao setor. Mas para preparar a pizza perfeita tem até curso, aula de pizzaiolo. Quais são os segredos? Isso nem todo chefe conta. Mas, eles fizeram questão de mostrar quais são os pecados de quem faz – e de quem come – essa adorada redonda.

Uma mordida leva a uma viagem de sabores.

“É um prato divino, um prato que não tem outro igual. Aquela coisa arredondada, fininha, gostosa e o recheio que completa. E aí a gente comete todos os pecados dos recheios dessa hóstia”, diz o administrador Conrado Mariotti.

“Você come em família, come com teu marido, amigos. Você partilha, você participa e você saboreia”, comenta a aposentada Márcia Mariotti de Aquino.

É tanta gente para degustar que precisa um batalhão para produzir: são cerca de 170 mil pessoas colocando a mão na massa.

E para se dar bem por trás do balcão, tem que entender do assunto. Se existissem os mandamentos da boa pizza, um deles seria: tratarás a massa com carinho.

“Primeiro, eu creio que você gostar realmente de mexer com uma massa, fazer uma boa massa. E o que é você fazer uma boa massa? Você jogar um pouco de carinho ali na massa. Tem todos os ingredientes e tem o carinho”, afirma Elídio Biazini, dono de pizzaria.

Tem ainda: não queimarás a borda.

“Queimar a pizza podemos dizer que é pecado. Acho que a pizza tem que ser assada no ponto certo. Nem muito queimada, mas também nem muito branca”, avalia o dono de pizzaria André Cotta.

E nunca – jamais – comerás pizza com ketchup.

“Só lá na área de serviço, com a porta fechada e a luz apagada. Nem pensar em ketchup com a pizza”, afirma Biazini.

“Pizza é o queijo, o molho, o queijo, a massa. Ketchup e mostarda isso é para colocar em cachorro quente. Isso não funciona”, diz o aposentado Marcos de Aquino.

Um dos segredos da boa pizza está na hora de abrir a massa. É assim: tem que ter força, mas sem exagero. Isso porque se a mão pesar, a borda pode morrer. Você já ouviu falar nessa expressão? Não? Então preste atenção na explicação do pizzaiolo Edmílson Silva Pereira.

“A pizza você tem que abrir ela com carinho. A borda normal é essa que você faz, sem matar a borda. É passar um rolo de leve, fechando as bordas. Ou então vai queimar. Aí o pizzaiolo tem que fazer outra e aquela já não serve”, explica.

É. Mas, às vezes, mesmo passando um pouquinho do ponto, dá para encarar. Não é, dona Mafalda Mariotti? “Dependendo, se não está muito queimado. Ate está bom, porque eu gosto torradinha”

Esse artigo eu encontrei no G1 e resolvi compartilhar com você que ama pizza assim como eu..rsrs

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Veja também quem “inventou a pizza“.

 

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Quem Inventou a Pizza?

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É talvez o mais famoso prato no mundo, mas sua terra natal é a Itália: a pizza nasceu no Reino de Nápoles, em meados do 700 como uma evolução do bolo, já conhecido em muitos países da bacia do Mediterrâneo. Já em tempos antigos, em seguida, os egípcios, gregos e romanos costumavam usar diferentes farinhas para preparar vários tipos de bolos, mas foi em Nápoles que foi criado a pizza como a conhecemos e foi também aqui que ele recebeu esse nome como transformação da palavra “grip” em dialeto napolitano significa “crush, crush”.

 

Margherita di Savoia, a rainha que foi dedicada a famosa pizza Margherita


Ao longo do tempo você seguiu números de estudos sobre a origem do nome de pizza, que derivam tanto do grego “pita” ou “pitta”, que significa “disparado” é do alemão “Bissen”, traduzido como “morder, pedaço de pão“.

Mas além de sua etimologia, que nos remete a massas, pão e bolo, essa palavra “pizza” distingue rapidamente como um prato principal de seu tipo, que é, a união da massa com tomate.


Importado da América do Sul, os tomates foram usados primeiramente como ornamentos e depois para o ano 700 que encontraram muito espaço na cozinha, especialmente em Nápoles. Aqui, por volta de 1730, é de fato experimentou o bolo com tomate, alho, orégano e azeite de oliva, que é o que hoje chamamos Pizza Marinara.

Na época, esse produto era vendido pelas ruas estreitas de Nápoles e arredores e foi comido indiscriminadamente por pessoas pertencentes a diferentes classes sociais, mas o sucesso nacional, internacional e mundial, ocorreu após a visita do nobre Casa de Sabóia em Nápoles, em 1889.


Impulsionado pela curiosidade de provar a pizza, cuja fama tinha apenas começado a invadir o reino de Nápoles, Umberto I e sua esposa Margaret foi a Nápoles e nomeado Raffaele Esposito ao tribunal, ou seja, a pizza mais famoso desses momentos. Para dar a oportunidade de a rainha para testar diferentes sabores, o cozinheiro fez o já mencionado Pizza Marinara, o “Mastunicola” com queijo, banha de porco e manjericão, e outra de pizza com tomate, mussarela, azeite e manjericão que logo veio nomeada em honra da rainha Margherita.

Ele tinha começado a preparar e vender em algum momento entre 1796 e 1810, mas tornou-se famoso após o evento mencionado acima, em 1889.